Mulheres grávidas podem ter um incentivo adicional par aumentar a ingestão de alimentos como brócolis e ovos. Pesquisa desenvolvida na Cornell University, nos Estados Unidos, encontrou evidências que o aumento da ingestão materna do nutriente colina diminui as chances de bebês desenvolverem hipertensão e diabetes mais tarde na vida. De acordo com informações divulgadas no site Newswise, no estudo um grupo de mulheres que estava no terceiro trimestre de gravidez consumiu 930 miligramas de colina, mais que o dobro da recomendação diária, 450 miligramas. Como resultado, seus bebês apresentaram concentrações cerca de 33% mais baixas de cortisol, hormônio produzido em resposta ao estresse, que também aumenta a taxa de açúcar no sangue. Estes bebês foram comparados com filhos de mulheres que consumiram cerca de 480 miligramas de colina diariamente. O trabalho, publicado online esta semana no The Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology, é o primeiro a sugerir um papel para a colina na programação dos principais processos biológicos de bebês. O nutriente pode ser especialmente útil para mulheres que sofrem de ansiedade e depressão durante a gravidez, bem como de condições como pré-eclampsia. No entanto, as pesquisadoras dizem que mais estudos são necessários para confirmar os resultados e explorar os efeitos em logo prazo. As fontes dietéticas de colina incluem gemas de ovos, carne bovina, suína, frango, leite, leguminosas e alguns vegetais. A maioria dos suplementos vitamínicos pré-natais não inclui colina. Fonte: Isaude.net
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